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Copa do Mundo 2026: O Crescimento Desenfreado do Produto da FIFA

Coluna de Entidades por LiGE

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André Rhinow

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Leonardo Miranda

23 min de leitura

30 de maio de 2026

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Por décadas, a Copa do Mundo funcionou quase como um bloqueio coletivo da realidade. De quatro em quatro anos, o planeta parava. Escritórios fechavam mais cedo. Crianças memorizavam escalações como se fossem assistir ao último jogo de suas vidas. Havia algo de ritual naquilo. Quase místico. E obviamente, em contrapartida, também sempre havia produto, patrocínio, merchandising, dinheiro. Isso nunca foi segredo. O que mudou não foi a natureza comercial do torneio, mas a proporção do negócio. A sensação, hoje, é de que a máquina cresceu tanto que começou a engolir o espetáculo. A festa ainda existe, mas está cada vez mais difícil encontrá-la por dentro da embalagem.



Primeira Vez com Três Países Sede


A decisão de realizar o torneio simultaneamente em Estados Unidos, México e Canadá é, talvez, o símbolo mais perfeito do crescimento da Copa do Mundo, que chega até a ser desproporcional. Pela primeira vez na história, o evento será disputado em três países ao mesmo tempo: uma novidade que aparenta ser mais solução logística do que projeto cultural. A sede sempre foi mais do que um endereço. Era uma personagem. A África do Sul de 2010 trouxe o vuvuzela, a pele do torneio, um espírito que contaminou a música, as cores, o clima. O Brasil de 2014, mesmo entre protestos e contradições, tinha alma. Era o país do futebol recebendo o maior campeonato do esporte após mais de 60 anos. O Catar de 2022, controverso até o fim, era pelo menos singular.

Agora, o torneio se divide entre 16 cidades espalhadas por um continente inteiro — 11 nos EUA, 3 no México e 2 no Canadá. O torcedor que quiser “viver” a Copa terá que escolher em qual das três versões ela acontece. Não existe um único coração pulsando. E quando tudo é sede, nada é sede.


Há algo de sintomático, também, na escolha dos Estados Unidos como anfitrião principal. Um país que olha para o futebol com curiosidade distante, onde o esporte ainda compete por atenção com o baseball, o basquete e o futebol americano. A FIFA escolheu o maior mercado consumidor do mundo e, ao fazer isso, admitiu que o torneio não é mais sobre futebol. É sobre os 11 bilhões de dólares projetados em receita, representando um salto de quase 50% em relação ao Catar. Os estádios da NFL serão adaptados para receber a bola redonda como se recebessem qualquer outro show de entretenimento. A Copa chega aos EUA não como conquista cultural, mas como produto de exportação. E os americanos, do jeito que são, tratarão dela exatamente dessa forma.


O país já deu um aperitivo do que esperar. Na Copa do Mundo de Clubes de 2025, também sediada pelos EUA, um elemento inesperado roubou a cena repetidas vezes: a chuva. Ou melhor, a ameaça dela. Seis jogos dos primeiros 56 foram paralisados apenas por alertas de clima. Trovões detectados a oito quilômetros de distância foram suficientes para esvaziar gramados e mandar torcedores para o abrigo. O duelo entre Benfica e Chelsea ficou suspenso por quase duas horas. Pachuca e RB Salzburg esperaram 1 hora e 40 minutos parados no vestiário. Nos Estados Unidos, há protocolos rigorosos e, em alguns estados, é lei: qualquer sinal de raio em um raio próximo, paralisação imediata de 30 minutos. Não há discussão. Não há exceção.


O resultado é surreal para quem cresceu vendo o futebol ser jogado debaixo de temporal, com o campo encharcado e os jogadores escorregando na lama. O brasileiro assistiu, perplexo, a partidas sendo interrompidas por "céu ameaçador". E o pior: esse protocolo não vai mudar para 2026. Oito das onze cidades-sede americanas ficam na faixa leste do país, região de maior incidência de tempestades elétricas. A probabilidade de que jogos da Copa do Mundo (talvez decisivos) sejam paralisados por raios é enorme. Críticos já apontam que as pausas obrigatórias de hidratação introduzidas pela FIFA, marcadas aos 22 minutos de cada tempo, podem funcionar como janelas extras de publicidade televisiva. Coincidência ou não, o torneio mais comercial da história introduz interrupções regulares justamente onde os anunciantes mais precisam delas.


Mas o clima não é o maior problema dos EUA como sede. O maior problema tem nome e sobrenome: Donald Trump. O contexto político americano transforma o que deveria ser uma festa global em algo mais próximo de um obstáculo diplomático. O governo Trump suspendeu a emissão de vistos de imigrantes para cidadãos de 75 países, incluindo o Brasil, e chegou a cogitar suspender vistos de turismo para brasileiros especificamente durante o período da Copa, como instrumento de pressão geopolítica contra o governo Lula. A ameaça foi levada tão a sério que Lula, em encontro com Trump, precisou pedir, em tom de piada, que o presidente americano não "cancelasse o visto" dos jogadores brasileiros. Mas ninguém vai saber se dentro da piada tinha um nervosismo real.


O vice-presidente JD Vance foi mais direto: afirmou que os visitantes estrangeiros "devem voltar para casa" logo após os jogos. Um recado de boas-vindas não muito receptivo para quem pretende torcer para a sua seleção. Cidadãos do Irã — país classificado para a Copa — já estão proibidos de entrar nos EUA por proclamação presidencial. O próprio Gianni Infantino, presidente da FIFA, foi fotografado ao lado de Trump durante o Mundial de Clubes e chegou a defender que o republicano merece o Nobel da Paz. O homem responsável por garantir que o torneio seja acessível a todos os povos do mundo está politicamente alinhado com o líder que ergue muros e fecha fronteiras.


A Copa do Mundo sempre foi, na teoria, uma celebração da humanidade em sua diversidade. Realizá-la em um país governado por uma administração que trata imigrantes como ameaça, que usa vistos como moeda de chantagem diplomática e que polariza o planeta em torno de sua própria figura é uma contradição que a FIFA prefere não encarar. O espetáculo deve continuar. E se alguns torcedores não conseguirem entrar no país para assisti-lo, bem, o ingresso já foi vendido.



48 Seleções: Mais Futebol, Menos Emoção


Quando a FIFA anunciou, em 2017, a expansão do torneio de 32 para 48 seleções, a justificativa foi a de sempre: inclusão, democratização, representatividade global. Mas o presidente da Liga Espanhola, Javier Tebas, disse o que muitos pensavam e poucos falavam: Gianni Infantino fez uma promessa eleitoral e está cumprindo-a à custa do esporte. O que a expansão produz, na prática, é uma diluição de um dos elementos que mais tornava a Copa especial: a escassez.


Com 104 partidas (40 a mais do que nas edições anteriores) o torneio se estende por 39 dias. Pela primeira vez, a competição terá uma fase de 32 avos de final, o que significa que 32 seleções jogam mais uma partida antes de sequer chegar às oitavas. O resultado é que um grupo cheio de jogos irrelevantes precede a fase de eliminação direta. A urgência e aquela tensão de saber que uma derrota é suficiente para tirar sua seleção chega mais tarde, mais diluída, para uma plateia já cansada de assistir. Como o treinador Joachim Löw alertou na época: a expansão dilui o valor do torneio. Um título que antes exigia sobreviver a sete jogos agora exige oito. Mas o que aumentou não foi a dificuldade, foi a quantidade de rascunho antes da obra.


Seleções como Curaçao e Uzbequistão estarão em sua primeira Copa do Mundo. Isso seria emocionante em outro contexto. Aqui, parece mais uma estratégia para capturar audiências em mercados inexplorados, criar "novos torcedores de Copa" onde antes não havia, e vender mais pacotes de direitos de transmissão para federações regionais. A FIFA não esconde: as projeções estimam que o torneio adicionará até 40,9 bilhões de dólares ao PIB global. O futebol virou laboratório de desenvolvimento econômico. Resta saber se ainda é futebol.


Não é a primeira vez que o esporte toma esse caminho e descobre, tarde demais, o que perdeu. A UEFA fez o mesmo com a Liga dos Campeões. Durante décadas, a fase de grupos da Champions League era uma verdadeira tensão acumulada: seis jogos, poucos classificados, nenhuma gordura para queimar. Uma derrota no momento errado poderia eliminar o Real Madrid, o Barcelona, o Bayern. Esse era o charme. Cada jogo era uma decisão. Em 2024, a UEFA reformulou tudo e transformou a fase inicial em uma liga de 36 times, com oito rodadas e critérios de classificação que garantem a maioria dos grandes clubes na fase seguinte. O resultado é previsível: confrontos entre gigantes que antes teriam ares de final agora acontecem em rodadas intermediárias, sem eliminação imediata, sem desespero, sem aquela sensação de que o jogo de hoje pode ser o último. Bayern contra Arsenal virou mais um jogo de uma terça qualquer. Real Madrid contra City, que todo ano parece até combinado para se enfrentarem, virou protocolo. Perdeu o peso. E o torcedor, sem admitir, começou a assistir com um olho na tela e outro no celular. 


E se ainda restava alguma dúvida sobre o esvaziamento da fase de grupos, basta olhar para uma regra que passou quase despercebida: dos 12 grupos de quatro seleções, os oito melhores terceiros colocados também avançam para o mata-mata. Oito. Isso significa que uma seleção pode perder dois jogos na fase de grupos e ainda assim continuar viva no torneio. A lógica que dizia que cada jogo importa, que cada ponto pode ser o último, foi silenciosamente aposentada. O torcedor que antes assistia a um jogo de grupo com a consciência de que uma derrota poderia significar o fim agora assiste sabendo que, provavelmente, haverá uma segunda chance. E uma terceira. A tensão não irá desaparecer, mas, indiscutilvelmente, chegará ao ponto mais baixo que a Copa já viu.



O Brasileiro Que Desistiu de Acreditar


Nenhum povo viveu a Copa do Mundo com mais intensidade do que o brasileiro. E nenhum povo está mais frio diante da edição de 2026. Pesquisa do Datafolha revela que apenas 29% dos brasileiros acreditam na conquista do hexacampeonato — o menor índice de otimismo já registrado em quase 30 anos de pesquisas. O instituto Ipsos vai além: 46% dos brasileiros dizem estar desanimados com o torneio. Nas redes sociais, 38% das publicações sobre o Mundial têm tom negativo, contra apenas 16% de positivos.


O processo de distanciamento começou em 2014, com aquela derrota de 7 a 1 para a Alemanha que parecia impossível e que, no fundo, tornou tudo possível: inclusive a descrença. Desde então, a Seleção foi eliminada nas quartas de final em 2018 e em 2022, confirmando um medíocre padrão de fracasso que a torcida já quase decorou. Isso sem se aprofundar nos vexames da Copa América, como a eliminação para o Peru, em 2016, e no Pré-Olímpico da CONMEBOL, caso mais recente que deixou o Brasil de fora das Olimpíadas de Paris. 


Para piorar, a maioria dos jogadores atua na Europa. O vínculo com os clubes nacionais e com o cotidiano do torcedor evaporou. Para uma parcela crescente da população, a camisa amarela carrega um peso extra: a apropriação política que transformou um símbolo esportivo em bandeira partidária. O processo foi lento e, por isso, ainda mais difícil de reverter. Ao longo dos anos Bolsonaro, a camisa amarela da Seleção migrou das arquibancadas para as manifestações políticas. Para milhões de brasileiros que não compartilhavam daquelas causas, vestir o amarelo deixou de ser um ato espontâneo de amor ao futebol e virou uma declaração de posição. Uma roupa que antes pertencia a todos passou a pertencer a um lado. E quando um símbolo é capturado por um lado, ele perde a capacidade de unir o todo. O torcedor que discorda das ideias associadas àquela imagem precisa, agora, fazer um esforço consciente para dissociá-las. E muitos simplesmente não fazem esse esforço. Guardam a camisa no armário. O curioso e melancólico é que o desânimo, ao final, é algo em comum dos dois polos: tanto eleitores de Lula quanto de Bolsonaro demonstram desinteresse semelhante pelo torneio. 


Nesse cenário, surge a campanha "Tá Liberado Acreditar", da Brahma. Com Ronaldo Fenômeno e Carlo Ancelotti, a cervejaria da Ambev fez o que o futebol não conseguiu fazer sozinho: emocionou. O comercial resgata lances históricos, como o gol de Carlos Alberto Torres em 1970, o pênalti perdido por Baggio em 1994, a lambreta de Ronaldinho em 2002. Com isso, a nostalgia é transformada em produto. É um anúncio tecnicamente excelente, culturalmente honesto. Porém acaba funcionando também como um diagnóstico: quando uma marca de cerveja precisa convencer o brasileiro de que ainda é permitido acreditar na Seleção Brasileira, o futebol chegou a um lugar estranho. A emoção não é mais algo espontâneo. Precisa da propaganda para chegar lá.



Shakira de Volta: A Nostalgia Desmascarando a Decadência


A FIFA chamou a Shakira. Não foi exatamente o público que a resgatou, mas foi a própria entidade que entendeu, friamente, que o maior ativo musical que a Copa do Mundo possui não é uma nova voz, mas uma voz antiga. Shakira chega à sua quarta Copa com participação direta em eventos oficiais: esteve em 2006, em 2010 com "Waka Waka", em 2014 com "La La La" no encerramento do Brasil, e agora em 2026 com "Dai Dai", ao lado do nigeriano Burna Boy. Além disso, está confirmada no show do intervalo da final, ao lado de Madonna e BTS, num formato inspirado no Halftime Show do Super Bowl.


É um currículo impressionante, e é exatamente aí que está o problema. A Shakira é boa. "Dai Dai" pode ser uma música perfeitamente válida, uma vez que a letra presta tributo a grandes jogadores como Pelé, Romário, Kaká, Maradona, Messi e outros, com uma mensagem motivacional que serve ao espírito do torneio. Ninguém está dizendo que ela não deveria estar lá. O que vale questionar é porque ela precisa estar lá de novo. E de novo. E de novo.


Lighter, do americano Jelly Roll com o mexicano Carín León, foi o primeiro single oficial desta Copa, lançado em março. Virou meme. Outros dois singles compõem o álbum oficial: Por Ella, de Los Angeles Azules com Belinda, e Echo, de Daddy Yankee com Shenseea. Alguém cantou alguma delas? O problema não é a qualidade das músicas. É que nenhuma delas tem o peso de uma "Waka Waka" e a FIFA sabe disso. Por isso chama Shakira de volta. Por isso o show do intervalo da final tenta replicar o Super Bowl. Por isso o videoclipe foi gravado no Maracanã, templo da memória e nostalgia.


A estratégia é honesta na sua desonestidade: em vez de tentar criar um novo símbolo cultural à altura do torneio, a FIFA prefere alugar os símbolos que já existem. É mais seguro. Dá mais dinheiro. E diz, sem palavras, que a Copa de 2026 não confia na própria capacidade de gerar emoção verdadeira. Precisa importar a emoção de outras edições. Quando o maior evento esportivo do mundo precisa de nostalgia emprestada para se justificar no presente, algo essencial foi perdido, mesmo que a música seja boa, mesmo que o show seja espetacular.



O Planeta Mais Globalizado, o Futebol Mais Sem Lugar


Há uma contradição no coração do futebol contemporâneo que a Copa de 2026 expõe com clareza: o mundo nunca foi tão conectado, e o futebol nunca pareceu tão sem pertencimento. Os melhores jogadores do Brasil jogam na Premier League inglesa, na La Liga espanhola, na Bundesliga alemã. O melhor goleiro português atua pela Turquia. O artilheiro da Noruega joga pelo Manchester City, que pertence a um fundo soberano emiradense. As estrelas do torneio são, ao mesmo tempo, de todo lugar e de lugar nenhum.


Essa globalização, infelizmente, enfraquece a narrativa que fazia da Copa do Mundo algo único: a ideia de que cada seleção representava genuinamente um povo, um estilo, uma identidade. Hoje, o Brasil que vai a campo é um conjunto de atletas formados parcialmente no exterior, que vivem no exterior, que pensam táticas ensinadas por técnicos estrangeiros e que, eventualmente, são convocados por um técnico italiano. Carlo Ancelotti é um gênio do futebol. Mas há algo de sintomático no fato de que o Brasil, o país que inventou o jogo como arte, chegue ao Mundial sendo orientado por alguém que passou décadas moldando o futebol europeu e isso se torne, inevitavelmente, a melhor opção.


O mundo globalizado nivelou os estilos, padronizou as táticas, profissionalizou os bastidores. O preço foi o apagamento de diferenças que tornavam o futebol uma conversa entre culturas. Hoje, as seleções se parecem cada vez mais umas com as outras. E a Copa do Mundo, que sempre foi a celebração dessas diferenças, corre o risco de parecer apenas mais uma liga — com mais jogos, mais países, mais dinheiro, e menos alma.



Um Torneio Que Chega Antes de Ser Esperado


A Copa do Mundo de 2026 será, nos números, a maior de todos os tempos. Mais seleções, mais partidas, mais estádios, mais receita, mais dias de competição, mais cidades, mais países. A FIFA projetou tudo isso com a precisão de quem sabe exatamente o que está construindo: uma gigantesca operação de escala global, um produto de entretenimento para ser consumido em múltiplas plataformas, em múltiplos fusos, por múltiplas audiências.


O que ficou de fora do planejamento foi o mais difícil de medir: o desejo. Aquela antecipação que fazia crianças colarem figurinhas durante meses, que fazia adultos comprarem televisores novos para a ocasião, que fazia o mundo literalmente parar durante 90 minutos a cada dois dias. Essa energia não se cria com 48 seleções. Não se compra com 11 bilhões de dólares. Não se escala para três países ao mesmo tempo.


Há uma Copa acontecendo. Começa no dia 11 de junho no Azteca, com México e África do Sul — curiosamente, as mesmas seleções que abriram o torneio em 2010. A nostalgia começa antes da primeira bola rolar. É um sinal. Quando um evento precisa olhar para trás para se justificar no presente, algo essencial foi perdido no caminho. E nenhuma campanha de cerveja, nenhuma música de Shakira e nenhum formato expandido vai recuperar o que o futebol perdeu quando decidiu que crescer era mais importante do que ser amado.



Referências


COBOS, Paulo; TARNAPOLSKY, Fabio. Alerta climático: por que jogos do Mundial de Clubes são paralisados e como Fifa toma decisões. ESPN Brasil, Filadélfia, 20 jun. 2025. Disponível em: https://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/15335002/alerta-climatico-por-que-jogos-do-mundial-de-clubes-sao-paralisados-e-como-fifa-toma-decisoes. Acesso em: 15 mai. 2026.


CNN BRASIL. Por que jogos do Mundial de Clubes são paralisados por questões climáticas? CNN Brasil, São Paulo, 28 jun. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/futebol-internacional/por-que-jogos-do-mundial-de-clubes-sao-paralisados-por-questoes-climaticas. Acesso em: 15 mai. 2026.


CNN BRASIL. Quais jogos do Mundial já foram paralisados por condições climáticas? CNN Brasil, São Paulo, 28 jun. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/futebol-internacional/quais-jogos-do-mundial-ja-foram-paralisados-por-condicoes-climaticas. Acesso em: 15 mai. 2026.


CNN BRASIL. Trump pode banir vistos para brasileiros na Copa do Mundo de 2026. CNN Brasil, São Paulo, 31 jul. 2025. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/esportes/futebol/futebol-internacional/trump-pode-banir-vistos-para-brasileiros-na-copa-do-mundo-de-2026. Acesso em: 15 mai. 2026.


DIÁRIO DO COMÉRCIO. Trump se revolta e brasileiros devem ser impedidos de assistir a Copa do Mundo de 2026. Diário do Comércio, São Paulo, 31 jul. 2025. Disponível em: https://diariodocomercio.com.br/mix/trump-se-revolta-e-brasileiros-devem-ser-impedidos-de-assistir-a-copa-do-mundo-de-2026. Acesso em: 15 mai. 2026.


FOLHA DE S.PAULO. Guerras, fronteiras e Trump politizam a Copa do Mundo. Folha de S.Paulo, São Paulo, 13 mai. 2026. Disponível em: https://www.noticiasfavoritas.com.br/blog/guerras-fronteiras-e-trump-politizam-a-copa-do-mundo-13-05-2026-esporte. Acesso em: 15 mai. 2026.


IHU — INSTITUTO HUMANITAS UNISINOS. Trump cogita impedir entrada de brasileiros nos EUA durante a Copa de 2026. IHU Online, São Leopoldo, [2025]. Disponível em: https://www.ihu.unisinos.br/655300-trump-cogita-impedir-entrada-de-brasileiros-nos-eua-durante-a-copa-de-2026. Acesso em: 15 mai. 2026.


INFOMONEY. Mundial: céu nublado é motivo para parar jogo? Entenda protocolo de alerta climático. InfoMoney, São Paulo, 28 jun. 2025. Disponível em: https://www.infomoney.com.br/esportes/mundial-ceu-nublado-e-motivo-para-parar-jogo-entenda-protocolo-de-alerta-climatico. Acesso em: 15 mai. 2026.


MIX VALE. Restrição de vistos dos EUA para 75 países não afeta torcedores brasileiros na Copa. Mix Vale, [S.l.], 15 jan. 2026. Disponível em: https://www.mixvale.com.br/2026/01/15/restricao-de-vistos-dos-eua-para-75-paises-nao-afeta-torcedores-brasileiros-na-copa. Acesso em: 15 mai. 2026.


SAMBAFOOT. Por que os jogos da Copa do Mundo de Clubes 2025 estão sendo paralisados? Sambafoot Brasil, [S.l.], 4 jul. 2025. Disponível em: https://www.sambafoot.com/br/noticias/por-que-os-jogos-da-copa-do-mundo-de-clubes-2025-estao-sendo-paralisados. Acesso em: 15 mai. 2026.


SILVA, Sidney. Paralisações de jogos acendem alerta na Fifa de olho na Copa de 2026. Blog do Sidney Silva, [S.l.], 3 jul. 2025. Disponível em: https://sidneysilva.com.br/2025/07/03/paralisacoes-de-jogos-acendem-alerta-na-fifa-de-olho-na-copa-de-2026. Acesso em: 15 mai. 2026.


Imagem de Capa: Uol

Revisado por Pedro Anelli Bastos

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