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Poesia

Doce-triste lar

Do lar onde cresci, tenra saudade sinto; Lá, o céu se funde ao mar e das ondas ecoa o silêncio; Deitada na penumbra das palmeiras, acabei...

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Rafael Diz Motooka

1 min de leitura

18 de maio de 2024

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Do lar onde cresci, tenra saudade sinto;


Lá, o céu se funde ao mar e das ondas ecoa o silêncio;


Deitada na penumbra das palmeiras,


acabei me esquecendo 


Das lágrimas derramadas, 


que molharam a areia e quebraram na orla.


Do lar onde nasci, despedi-me às pressas;


As manchas da minha parede não são


não são tão belas quanto eram lá;


Os cobertores não esquentam tanto


tanto quanto esquentavam lá. 


Meu andar em blues e meu cantar em prantos 


mal se comparam…


Mal se comparam ao sofrer em jazz


ou ao brigar em poesia 


Únicos e característicos 


Do meu doído e esquecido


Doce-triste lar.


Autoria: Rafael Diz Motooka da Cunha Castro


Revisão: André Rhinow


Capa: Foto tirada pelo autor

Revisado por Equipe de Revisão

Escrito por

Rafael Diz Motooka

Foi da Gazeta por menos de 1 mês

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